Quando te vi naquela tarde eu era
uma criança, talvez, tinha 13 anos;
não sabia, da vida, os desenganos
que a nossa frente vão ficando a espera...
Estava no esplendor da primavera
e num mar de ilusões erguia planos...
No peito, não guardava êstes profundos
sentimentos, que no mundo aos poucos, gera...
Foi assim que te vi... e então julgava
que a vida era melhor do que eu penssava
e me sentia mais feliz que um rei...
Mas um dia... Não sei por que... Partiste...
E eu que era alegre, me tornei um triste
creditos para Fabricio de S. Lima, meu irmão
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